O que significa a luz do motor acesa e perda de força
08/05/2025
BLOG SEGUROPORDIAS.PT
Se é dono de um automóvel é certo que tem a preocupação de o manter no melhor estado possível. Entre as várias tarefas de manutenção, uma das mais conhecidas é a troca de óleo do motor. Na verdade, é tão essencial como abastecer o automóvel porque sem esta troca regular é possível que o carro não funcione, mesmo com o depósito cheio. Isto acontece porque o óleo do carro lubrifica, arrefece, limpa e protege as peças internas do motor, reduzindo o atrito e desgaste, aumentando a vida útil do veículo e melhorando a eficiência do combustível.
O conselho da Seguropordias.pt é simples: não adie a troca do óleo do motor nem procure poupar alguns euros numa marca branca. Mais vale investir um pouco mais e ter um maior retorno a longo prazo, evitando danos no motor que teriam reparações bastante mais caras.
Por isso, fique conosco para saber como e quando mudar o óleo do carro, qual a importância de o fazer e como escolher o óleo para o motor.
Se ainda tem dúvidas sobre a importância da troca do óleo motor veja a quantidade de tarefas que ele desempenha:
Lubrificação: Cria uma película lubrificante entre as peças para reduzir o atrito e o desgaste.
Arrefecimento: O óleo circula em contacto direto com as peças mais quentes do motor e, ao passar por estas, “rouba” o calor para si. Pode-se dizer que funciona como um “transportador térmico”.
Limpeza: Ao longo da suja passagem pelos componentes do motor recolhe partículas de sujidade, resíduos e depósitos, armazenando-os no filtro de óleo.
Proteção: A película que o óleo cria evita que as peças se risquem ou se deformem com o uso. Para além disso, o óleo previne a ferrugem das peças metálicas.
A troca regular do óleo do motor é essencial uma vez que, ao longo do tempo, este líquido vai perdendo a sua viscosidade e, consequentemente, a sua performance, causando os seguintes danos no automóvel:
Desgaste acelerado: A falta de lubrificação necessária causa atrito excessivo e desgaste antecipado;
Sobreaquecimento: O motor trabalha a uma temperatura mais elevada, podendo causar danos irreversíveis.
Avarias: Um óleo velho torna-se sujo e espesso, o que aumenta o desgaste das peças do motor podendo causar avarias sérias.

A troca do óleo do motor é uma preocupação que os donos de automóveis deverão ter. A maioria de nós desloca-se até um profissional de confiança e, em poucos minutos, a tarefa está feita para mais alguns meses de uso. No entanto, é possível trocar o óleo do motor em casa. Com as ferramentas certas e o espaço adequado pode poupar alguns euros. Verifique e considere se tem o necessário: chave para o bujão, chave de filtros, recipiente para aparar o óleo usado, um funil, filtro de óleo e cavaletas para levantar o carro do chão (o macaco de emergência não é suficiente). Se é demais para si, fique por uma solução rápida e eficaz e dirige-se a uma oficina.
A frequência com que se devemudar o óleo do carro depende de vários fatores, incluindo o tipo de óleo utilizado, o modelo e o ano do veículo e o estilo de condução. No entanto, existem orientações gerais que devem ser seguidas:
Verifique a recomendação do fabricante: Consulte o manual do seu carro. Na maioria dos carros modernos os intervalos de troca são maiores, de 15.000 a 30.000 quilómetros.
A regra dos 12 meses: Se faz poucos quilómetros o ponto anterior não deve ser seguido. O óleo oxida e perde propriedades dentro do motor e, por isso, deve mudar todos os anos.
Tipo de trajeto: Se conduz maioritariamente em cidade o seu trajeto envolve muitas viagens curtas, onde o motor nem chega a aquecer, e envolve travar e arrancar constantemente. Nestas condições, o óleo degrada-se muito mais depressa e, por isso, deve antecipar a troca do óleo do motor.
A forma mais rápida de controlar a mudança de óleo é verificar o papel à esquerda do seu volante. Normalmente, os profissionais colocam a indicação escrita dos quilómetros limite de quando deve fazer a próxima troca de óleo.
Se chegou a altura de trocar o óleo do seu carro, o que recomendamos é que siga as instruções do fabricante e escolha um com a mesma etiqueta, o que não é igual a escolher a mesma marca. O importante, é ter a viscosidade indicada pelo fabricante. A viscosidade do óleo designa a facilidade com que o óleo flui a uma determinada temperatura e, portanto, cada motor é concebido para trabalhar com um tipo específico de óleo, adaptado às suas necessidades de lubrificação.
No entanto, para além da viscosidade, é fundamental distinguir os diferentes tipos de óleo com base na sua forma de produção:
Óleo mineral: É o mais básico e tradicional. É obtido diretamente através da refinação do petróleo bruto e é indicado para motores mais antigos ou com tecnologia menos exigente, já que aguenta menos as temperaturas extremas. É mais barato, mas degrada-se mais rapidamente, exigindo uma troca frequente.
Óleo semissintético: É um óleo que combina as propriedades do óleo mineral e do óleo sintético. É o tipo que oferece um maior equilíbrio entre desempenho e preço.
Óleo sintético: Tem uma base sintética e é feito laboratorialmente com produtos químicos. Oferece uma maior resistência a altas temperaturas e melhor desempenho, evitando trocas muito regulares. Por ser o mais avançado tecnologicamente, é o mais recomendado para carros modernos e para conduções intensas ou em trânsito urbano.
É normal encontrar óleos a diferentes preços e, se cumprir as exigências do seu motor, pode escolher o que for mais barato. De qualquer das formas, e como acontece em qualquer produto, é sempre aconselhável usar uma marca que já seja conhecida. Um fabricante conceituado oferece garantias de que o produto foi testado em condições extremas, assegurando que o óleo mantém as suas propriedades lubrificantes em qualquer situação de condução.
Se tem um carro com pouco uso não se esqueça de mudar o óleo e aproveite para verificar se ainda tem seguro. Caso necessite de um seguro por dias para fazer o trajeto até à oficina conte com a Seguropordias.pt e simule já!
Autores
Gonçalo Meira
Um excelente profissional com formação em Ciências da Comunicação e um mestrado em Gestão da Comunicação e das Indústrias Criativas. A sua dedicação p... Más sobre Gonçalo Meira
Cláudia Lourenço
Licenciada em Gestão em 2022 pela Universidade do Minho, começou a trabalhar na empresa logo após a conclusão do seu estágio profissional, também ele ... Más sobre Cláudia Lourenço
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